Editor
Nasceu e morou na Vila Mariana por toda a vida, exceto pelo ano em que viveu em uma fazenda isolada no meio do mato nos Estados Unidos. Especialista na baixa gastronomia paulistana, topa um espeto de “churrasgato”, um pernil em porta de estádio ou uma coxinha de boteco a qualquer hora do dia.
Co-Editor
Lucasof veio do interior para conhecer os subterrâneos de São Paulo na velocidade do metrô e respirar um ar acinzentado no topo dos arranha-céus, sempre com uma vista incrível. Se apaixonou logo de cara e fincou pé na terra da garoa.
Colaboradores
Ana / Carol / Bean, coleciona apelidos e frases em portunhol. É do interior, mas só consegue respirar em cidades grandes. Viajar é prioridade, e Londres foi o único lugar que a fez deixar SP de verdade. Adora o barulho absurdo das ruas e a vista do Copan. E noites com shows e pistas apertadas. Não sai de casa sem música, digi-cam e guarda-chuva. Leva sua vida ponto.com muito a sério. Diz não ser indie, mas defende veemente o 'roque' nacional e as bandas de nomes esquisitos e obscuros.
Athos Henrique Sampaio conheceu São Paulo aos 10, com seu pai. Fez Tietê-Jabaquara-Tucuruvi-Tietê e teve que tomar Dramin com Fanta na saída do metrô (até hoje prefere andar de ônibus). Depois voltou para alugar um smoking branco; outra vez para aparecer na TV e andar de montanha-russa; e, enfim, para estudar, paulistanear e ficar. Pedestre convicto, não sai de casa sem guarda-chuva. Gosta de bar com mesa na calçada e de sanduíche na rua depois da balada.
Nasceu lá na distante Rancharia, mas mudou para São Paulo ainda pequeno. Com exceção de um breve período nos arredores da Augusta, sempre morou do lado de lá do Borba Gato. Só anda de ônibus, adora a galeria do rock e sebos poeirentos, consome mais gin tônica do que o recomendável e às vezes se arrisca como fotógrafo.
Nasceu em Minas Gerais, mas sempre morou em São Paulo. É paulistana daquelas que pega ônibus todos os dias, caminha pelas ruas e observa cada canto da cidade. Adora a noite paulistana, as bandas undergrounds, bares e botecos, rock n roll, jogos de futebol, as casas para dançar samba, rock, forró e qualquer lugar que toque boa música.
Ligia Helena nasceu numa madrugada fria em São Paulo, do ladinho da Avenida Paulista. De lá pra cá conheceu muitos bairros, de leste a oeste, de norte a sul, e já curtiu muitas madrugadas pela cidade. Não consegue (e não quer!) largar São Paulo porque é mal acostumada e não se adaptaria aos outros lugares onde as coisas não funcionam 24 horas por dia e 7 dias por semana. Mora do lado de lá do Rio Pinheiros, em um bairro onde se encontra até sapos e cobras. Gosta do clima rural, mas não vê a hora de voltar a morar perto da civilização, do metrô, e, claro, dos bares, botecos e boates.
Luiz Horta já se esqueceu de onde nasceu, tem muito tempo isso. Como tetraneto psicológico de Baudelaire e leitor de Benjamin, gosta de flanar. Acha que se olhada em detalhes, São Paulo até tem certo charme urbano, e é nisto que quer prestar atenção, como um turista paulista. Pena que sua gata Frederica prefira ficar em casa, mas ele vai andar sozinho mesmo. É o ponto-de-vista cansado do Sampaist!
Marcela Tavares é uma especialista em assuntos relacionados à web do futuro. E como ninguém agüenta ser tão geek, esta 25 de março hunter, como ela mesmo se define é capaz de responder sem piscar a perguntas dificílimas para qualquer outro habitante da cidade, como: onde encontrar roupinhas para Barbies ou válvulas para NIAC!? Ah, e ela fornece provas de que é possível encontrar qualquer coisa nessa cidade, porque além de tudo adora fotografar! Falando assim a gente ia jurar que ela vem de uma longuíssima linhagem de paulistanos, certo? Nada disso, a Marcela, quem diria, é uma autêntica novíssima baiana!
É a paulistana típica, descendente de italianos e japoneses, as duas maiores colônias de São Paulo. Freqüenta o parque do Ibirapuera e os shoppings, considerados as “praias de paulista”. Mora no 21º andar e tem a vista do pôr-do-sol mais bonita da cidade. Apenas uma coisa não se encaixa no perfil de paulistana: odeia pizza!
Jornalista, apaixonada por música e cinema. Se amarra em qualquer movimentação cujo número de pessoas reunidas passa de três. Sonha em morar no Copan e por mais que reclame do trânsito, sempre acha um porre o vazio dos domingos paulistanos. Fala pelos cotovelos e, mesmo que procure evitar, sempre solta um "pô, meu".
"SAMPAISTS" APOSENTADOS
Formada e constituída no bairro da Pompéia, é um retrato típico do contraditório caos paulistano. Deixou a cidade algumas vezes, mas nunca chegou a abandonar a alma bandeirante. Gosta mesmo é de boteco, de caminhadas pela cidade e de bater papo com estranhos. Ama Sampa pela diversidade cultural, pelas possibilidades gastronômicas, pelo design nada inovador, pelas feirinhas hippies, pelo som ensurdecedor, pelo trânsito que possibilita alguns minutos, às vezes horas, de introspecção, mas acima de tudo pela Avenida Paulista.
Paulistana. Paulista. E São Paulina! Dá pra ver que essa jornalista não troca a terra da garoa por nada... Como boa escorpiana, adora os movimentos urbanos e observar as relações que se estabelecem nas grandes cidades. Viciada em música, literatura maldita, cinema e arte, é fã do clássico ao popular. Convide-a para conhecer algo novo e lá ela estará!

