agosto 2, 2006
Na primeira fila do Cirque du Soleil

Sampaist não podia perder a primeira apresentação completa de Saltimbanco, do Cirque du Soleil, que gerou todo um burburinho desde a montagem da tenda até o rápido esgotamento dos ingressos.
Entramos pelo Tapis Rouge, uma tenda VIP anexa a principal, onde pudemos conferir amostras dos figurinos, os suvenires que estão à venda e comer e beber em acolhedoras poltronas.
O lugar parece uma Torre de Babel. Os organizadores, todos “importados”, não sabem se falam com o público em inglês, francês ou um espanhol muito mequetrefe.
Entrando na lona principal, a impressão é de que o picadeiro é pequeno e que a coisa não vai render.
Assim que o show começa e a cobertura branca do palco colorido é magicamente recolhida, mostrando a banda, tudo muda e a magia começa.
Sentados confortável e glamurosamente na primeira fileira, não conseguimos segurar o queixo em vários momentos.
Tudo bem que tem uns instantes que a gente quer apertar o FF - são 2h40 de apresentação, com 30 minutos de intervalo - mas é uma parte mínima. A sensação maior é um mix de frisson infantil com um encantamento raro em adultos, etérea e barroca, como propõe a música, sempre achando que todas aquelas acrobacias são impossíveis.
A interação com o público é grande, em diversos momentos e bem engraçada. O riso sai sincero e gostoso.
As crianças da platéia - a maioria carente e vinda também de outros Estados - se agitavam nas cadeiras, respondiam, suspiravam e aplaudiam com olhos arregalados.
Os caras do Cirque du Soleil são “a evolução do circo”. A trupe começou como um grupo de artistas de rua em Quebec, no Canadá, chamado “Les Échassiers de Baie-Saint-Paul” e fundado por Gilles Ste-Croix. Os integrantes foram aumentando, os quadros ficando mais complexos e elaborados até que hoje são vários grupos excursionando pelo mundo.
O espetáculo Saltimbanco, que veio para cá, é, como eles afirmam, um hino à vida. “Criado como um antídoto à violência e ao desespero tão prevalentes no século XX, apresenta uma nova visão da vida urbana, transbordante de otimismo e alegria. É tudo menos linear. É um caleidoscópio, um turbilhão, uma aventura onde qualquer coisa pode acontecer. Tem sua própria linguagem, e seu espírito é transmitido através da voz, do movimento e da música.”, diz o site do Cirque.
Em tempos de vida acinzentada, nada melhor que fugir de toda essa bagunça e viajar um pouco nesse mundo a parte! Pena - de novo - os preços...
Clique aqui e leia a descrição detalhada dos números apresentados em Saltimbanco.
E clicando aqui você vê o vídeo que o pessoal do Megaplayer fez lá.
Confira aqui as fotos!


que beleeeeza! Ser VIP é outra coisa, néam Lucas? Tem mais fotos lá no Flickr? Vou xeretar!
bj
Vc tem essas fotos pra manda por e-mail??? eu fui so q as minhas fotos são d cel pq n dava pra leva maq dai .... c puder m manda as fotos.... tafman03@hotmail.com
vlw